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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Disciplina: Teoria Social, Educação e Relações de Gênero. UFPEL 05.07.2011


Encerramento da disciplina: Teoria Social, Educação e Relações de Gênero(1/2011). Com a professora super gente fina Márcia Ondina Viera Ferreira.

Olá pessoal,
Agora já sei minha nota ou conceitooo...depois de tantas emoções (rsrsrsrs) sudorese, salivação,vômitos, tonturas, tremores, calafrios, gagaeiraaaa...uhahauhuauhahaaa
Meu conceitooo foiii  "A" eu disseeee  "A" ,,, eu to Hiper, Super FELIZ...., mas sei que tenho que melhorar muitooooo, quero dizer me superar...porque não eh fácil !! Quem sente o mesmoooo que eu sabe do que faloooo.

Transtornadosss não desistam dos seus sonhos por mais dificill que seja !! Eu sei que com "NOIZ" eh mais dificil,e as vezes mais sofridooo as vivências,, porque infelizmente não conseguiimos controlar as emoções, quero dizer a angustia, o medo, a ansiedade e nos desequilibramos e daiiii (ta feito a merda, hehehe) fica dificil controlar a fala, o corpo e consequentemente o TODOOO!!!
Mas como sabemos "DEUS é PAI não é padrasto" hehehehe
DEUS nos da provações, mas numca nos deixa sozinhos!!
MEU PAI !! MUITOO OBRIGADAAA  POR  TUDOOO!!
Bjãooo a todos os blogueiros e simpatizantessss!!!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

“Mulheres na sala de aula” de Guacira Lopes Louro

Oi pessoal, tudo bem!?
Como eu havia mencionado na postagem anterior aqui está o assunto da avaliação e a parte escrita que entregamos...
Boa leitura!!!
 
imagem da internet foto da professora Guacira Lopes Louro.


UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO
MESTRADO EM EDUCAÇÃO
DISCIPLINA: TEORIA SOCIAL, EDUCAÇÃO E RELAÇÕES DE GÊNERO
AVALIAÇÃO-2011/2
PROFESSORA: MÁRCIA ONDINA VIEIRA FERREIRA


Roteiro de exploração do texto: “Mulheres na sala de aula” da Guacira Lopes Louro


Carla Juliana Formulo Dhein
Ana Cristina Marques Silveira 

Pelotas/2011

Roteiro de exploração do texto:
LOURO, Guacira Lopes. Mulheres na sala de aula. In: DEL PRIORE, Mary (org.). História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Editora Contexto, 2008.
O texto da Guacira Lopes Louro trata sobre a feminização do magistério e as imagens de professoras que foram sendo construídas e construtoras de identidades durante a história brasileira.

11.  PERGUNTA: As mulheres tinham tratamentos diferentes na escola? Qual o objetivo?

RESPOSTA: As meninas tinham na escola disciplinas como bordado e costura e os meninos noções de geometria. As mulheres não precisavam saber muitas coisas, por que o destino delas era ser “rainha do lar”, a qual precisava manter a casa limpa, educar os/as filhos/as, cozinhar, lavar, entre outros serviços domésticos, no máximo, seriam “mestras”, enquanto os homens iriam seguir carreiras bem remuneradas.

2. PERGUNTA: Como classe, etnia e raça influenciavam na vida das mulheres nessa época?

RESPOSTA: Segundo a autoraSeria uma simplificação grosseira compreender a educação das meninas e dos meninos como processos únicos, de algum modo universais dentro daquela sociedade” (LOURO, 2008, p.444). As divisões de classe, etnia e raça eram determinantes nas formas de educação utilizadas para transformar as crianças em mulheres e homens. Juntamente com essas divisões havia as divisões religiosas, que também implicariam diversidades nas proposições educacionais. Para os escravos e filhos destes a educação era totalmente negada.

Com o passar do tempo algumas leis foram afrouxando esses “laços do escravismo”, porém, trazendo poucas mudanças em relação a educação dos negros. Raros casos são registrados da entrada de algumas crianças negras em entidades filantrópicas, o que só acontece no final do século. A mesma situação acontecia com os descendentes de indígenas que mantinham a sua educação ligada às práticas de seus próprios grupos de origem, não havia presença destes em escolas públicas. Da mesma forma, os imigrantes “trabalhadores livres” vindos da Alemanha, Itália, Japão, entre outros. Estes tinham a educação, muitas vezes, com auxílio de suas regiões de origem. As meninas órfãs “aprendiam a ler, a escrever, aritmética, costura, cozinha e todos os ramos úteis de trabalho cotidiano” (LOURO, 2008, p. 446) e ficavam expostas aos homens que ali procuravam por futuras esposas. Para as filhas de grupos sociais privilegiados, havia o ensino da leitura, da escrita e das noções básicas da matemática e, além disso, aprendiam piano e francês que, na maior parte dos casos, era ministrado em suas próprias casas por professoras particulares, ou em escolas religiosas.

Elas também aprendiam habilidades domésticas como as outras, além de aprenderem também habilidades de mando das criadas e serviçais, “acrescida de elementos que pudessem torná-las não apenas uma companhia mais agradável ao marido, mas também uma mulher capaz de bem representá-la socialmente.” (LOURO, 2008, p. 446)

3.      PERGUNTA: Segundo a autora (LOURO, 2008, p. 446) havia na época muitos discursos que afirmavam que “mulheres devem ser mais educadas do que instruídas”. Baseada em que a autora afirma isso?

RESPOSTA: A formação da mulher deveria ser moral de forma a construir seu caráter, o que deixava de lado outros tipos de instrução. A função primordial da mulher era ser esposa e mãe e, para isto, precisava apenas uma moral sólida e bons princípios. A única educação dada às mulheres dizia respeito à educação dos filhos, já que esta preparava as novas gerações para construir o futuro do país. Segundo discursos da época, o homem ser do bem ou ser do mal dependia da educação que recebeu da mãe. As mulheres-mães deviam seguir a imagem da Virgem Maria, devido ao catolicismo, nas palavras da autora: “esse ideal feminino implicava o recato e o pudor, a busca constante de uma perfeição moral, a aceitação de sacrifícios, a ação educadora dos filhos e filhas.” (LOURO, 2008, p. 447).

Outros discursos fundamentados em idéias positivistas e cientificistas justificavam um ensino para a mulher que continuasse ligada à função materna, mas que incorporasse as “descobertas” da ciência e assim, na virada do século novas disciplinas como a puericultura, psicologia ou economia doméstica viesse a integrar o currículo dos cursos femininos juntando antigos conceitos com nonos fundamentos científicos.

4.PERGUNTA: O que significa “feminização do magistério”? Em que consistiu esse processo?

RESPOSTA: devido a mudanças sociais, iniciou uma “necessidade” de escolarizar a população e, para isto, precisava-se de mestres com boa formação. As Escolas Normais abriram vagas para homens, mas como não tinham suficientes, as mulheres começaram a entrar em maior número para torna-se mestres. Segundo a autora:
“os homens estavam abandonando as salas de aula. Esse movimento da origem a uma "feminização do magistério" - também observado em outros países -, fato provavelmente vinculado ao processo de urbanização e industrialização que ampliava as oportunidades de trabalho para os homens. (LOURO, 2008, p. 450)

Contudo, esse processo não se deu de forma passiva e sem críticas e resistência. Para alguns, entregar a educação das crianças às mulheres era uma completa insensatez, sendo discursos da época (e atuais também) afirmavam que as mulheres possuíam cérebros menos desenvolvidos e não tinham condições de dar conta de uma responsabilidade tão grandiosa. Outras “vozes” diziam que as mulheres eram “naturalmente” preparadas para o trato com as crianças. Dessa forma, o magistério significava a extensão da maternidade e os alunos representavam seus “filhos e filhas espirituais” (LOURO, 2008, p. 450), os quais seriam tratados por elas com amor e doação.

Para este trabalho seriam chamadas aquelas que tivessem vocação para tal. Ao mesmo tempo em que esse argumento justificava a saída dos homens das salas de aulas, as mulheres viam nisso a oportunidade de “ampliar seu universo-, restrito ao lar e a igreja” (LOURO, 2008, p. 450). A partir de então, o magistério passa a ser associado com características “tipicamente” femininas. Características estas que, articuladas com a tradição religiosa da profissão docente reforça a idéia de docência mais como um sacerdócio do que como uma profissão.

O processo de feminização, de acordo com a autora, também “pode ser compreendido como resultante de uma maior intervenção e controle do Estado sobre a docência - a determinação de conteúdos e níveis de ensino, a exigência de credenciais dos mestres, horários, livros e salários -, ou como um processo paralelo, à perda de autonomia que passam a sofrer as novas agentes do ensino” (LOURO, 2008, p. 451/452). Mas não dá para fazer uma ligação simplificada entre feminização e perda da autonomia, é preciso levar em conta vários outros fatores que têm relação com este fato.

5.PERGUNTA:  Quais os múltiplos recursos e dispositivos que foram lançados acerca das professoras para que se pudesse controlá-las?

RESPOSTA: Nas palavras da autora, “através de proibições, de arranjos arquitetônicos, da distribuição dos sujeitos, dos símbolos, das normas” (LOURO, 2008, p. 454). Por exemplo, as normalistas tinham que completar 23 anos para receber em sua sala de aula meninos de até 10 anos para preservar a sexualidade dos alunos e das professoras. Outra forma de controlar as professoras foi tomar a profissão docente como transitória, pois se apresentava como um risco a sua verdadeira missão de mãe, esposa e dona de casa. Sendo assim, a profissão de professora era aceita até o casamento, ou somente para solteiras e viúvas. Desta forma o salário não precisava ser alto, pois quem era mantenedor da família era o homem e o trabalho era somente de meio turno para não afetar as atividades domésticas que lhes eram peculiares.

6. PERGUNTA: Uma massa feminina inseriu-se em profissões ligadas ao cuidado como a enfermagem e o magistério. Estas profissões foram escolhidas ou foram determinadas como sendo ideal para as mulheres?

RESPOSTA: Como podemos notar, essas profissões assemelham à vida doméstica e são pensadas como uma extensão do lar considerado-as como aceitável de conciliação entre a vida pública e privada da mulher enquanto esta não casa ou para as mulheres solteiras e viúvas.

7. PERGUNTA: As Escolas normais feminizam-se. Quais os dispositivos que este espaço dispõe para produzir normalistas e professoras?

RESPOSTA: A formação docente feminiza-se e, com isso, “a instituição e a sociedade utilizam múltiplos dispositivos e símbolos para ensinar-lhes sua missão, desenhar-lhes um perfil próprio, confiar-lhes uma tarefa” (LOURO, 2008, p. 455) Os arranjos físicos modificam-se e instituem, “em sua materialidade, um sistema de valores, como ordem, disciplina e vigilância" (LOURO, 2008, p. 455). Bandeiras, crucifixos, quadros com personagens ilustres que afiram valores, mostram o caminho a ser seguido por quem ali está. Fala e constrói esses sujeitos. O cotidiano das jovens dentro deste espaço é controlado, regulado e regulador, elas precisavam aprender dentro do espaço regulador que é a escola. Além disso, os cursos normais ofereciam disciplinas diferentes a homens e mulheres.

Aos homens, disciplinas como aritmética e para as mulheres, trabalhos de agulhas e prendas, essas disciplinas “falavam aos sujeitos” as suas habilidades e os espaços que podiam ocupar segundo o seu sexo. No início do século disciplinas como a psicologia, a puericultura e a higiene escolar começaram a fazer parte dos currículos das Escolas Normais, pois, nesse momento a sociedade sofre transformações que colocam a criança como centro das novas descobertas como sujeitos que precisam aprender a se autogovernar desde pequenos. Nesse sentido de descobertas, a afetividade é tida como facilitador de aprendizagem e isso é importante para a escola e para a casa, ou seja, para a professora e para a mãe. Este fato incentivou mais ainda a entrada de mulheres no magistério, pois, as preparava para serem mestras, mas também para serem esposas e donas de casa.

Outro dispositivo que acabava produzindo um jeito de ser professora eram as primeiras diretoras e tomar posse do cargo maior da escola normal: a grande mestre! Esta era vista como uma mãe superiora que zelava por tudo e por todas e devia de ser um modelo a ser seguido por estar rompendo com a as expectativas mais tradicionais, o que causava a admiração e o desejo de muitas alunas.
A partir disso começaram a surgir regulamentos, premiações, “notas de aplicação” para “cercear” o comportamento das professoras para que não desviasse o seu próprio comportamento, assim como também, o comportamento de seus alunos.

Estas não podiam falar de assuntos que não fossem de aula, muito menos sobre a vida pessoal, precisavam vestir-se de modo com que escondiam corpos das professoras que deviam de ser assexuadas, manter uma postura digna e discreta. Segundo a autora “todo um investimento político era realizado sobre os corpos das estudantes e mestras. Através de múltipios dispositivos e práticas ia-se criando um jeito de professora.” (LOURO, 2008, p. 461) Outro dispositivo que era usado para fabricar o modo de ser professora era a exigência de um atestado do pároco respectivo que prova(sse) sua conduta moral e religiosa”. Esse tipo de exigência certamente é eloqüente para demonstrar o quanto se identificavam moral e bons costumes com religião católica. As professoras precisavam ser um exemplo de dignidade comparado com a Virgem Maria.

8. PERGUNTA: Quais são as imagens apresentadas pela autora no capítulo “jogo das representações” que, com o decorrer dos anos, representaram o jeito de ser professora? Quem as representava?

RESPOSTA: A autora apresenta no capítulo representações feitas sobre elas por “homens-parlamentares, clérigos, pais, legisladores, médicos – auto-arrogando-se a função de porta-vozes da sociedade, dizem sobre elas.” (LOURO, 2008, p. 465) Como conseqüência, essas imagens acabam sendo absorvidas e corporificadas pelas próprias professoras.
No final do século XIX a imagem de professora era associada a mulher feia e retraída que não tinha chance de casar, então, para aproximar-se da maternidade sem gestar tinham a opção de ser mãe espiritual de seus alunos. A “oração da professora” de Gabriela de Mistral, apresentada no texto mostra claramente essa missão das professoras de serem mães espirituais de seus alunos quando afirma “ “Dai-me o amor único de minha escola (...)“Dai-me ser mais mãe que as mães, para poder amar e defender como elas o que não é carne de minha carne. (...). Segundo Louro “ela expressa com muita ênfase esse processo, que poderia representar, para algumas mulheres, “a única forma de dar à luz”. (2008, p. 465) para as jovens que precisavam trabalhar havia uma escolha a ser feita: ser professora ou casar.

Os discursos da época diziam que era impossível conciliar os dois, pois a mulher precisava desempenhar serviços domésticos e familiares em casa ao mesmo tempo em que este trabalho era visto como um desviante para as mulheres pois lhes era possível um nível maior de instrução e uma maior liberdade pessoal e financeira. A professora solteirona era representada por fotos ou caricaturas de mulheres parecidas com bruxas, com roupas que escondiam o máximo possível o corpo, nenhum atrativo físico, cabelos amarrados ou curtos, poucos sorrisos, óculos. A mulher-professora era vista com um ser frágil, mas precisava disciplinar-se e esconder isso, para poder disciplinar os seus alunos e alunas. O contato físico com os alunos era vedado.
Com o surgimento de novas descobertas psicopedagógicas o afeto passou a ser valorizado e a escola precisava ser um espaço prazeroso. A partir dessa concepção a professora passou a ser mais sorridente e mais próxima dos alunos e alunas, mas o contato físico permaneceu cheio de reservas. A sexualidade das professoras ocupava o imaginário das pessoas por que era cheio de segredos e ninguém sabia nada a respeito. Contratos de professora nessa época proibiam as docentes de casar enquanto fossem professoras, para não ter risco de os alunos ficarem imaginando sobre sua vida sexual e afetiva. Outro risco da professora casada era a gravidez, que era cercada de censuras e poderia gerar indagações dos alunos a respeito.
Com o passar dos anos as representações foram modificando-se. No final dos anos 30 uma canção de Silvio Caldas intitulado “professora” retrata a imagem de professora com um papel de desejo amoroso. Assim como a mulher tinha um papel de operária divina, regeneradora para com os filhos e a família, assim também deveria ter com um boêmio que vivia na noite por culpa dela.  

Nas primeiras décadas deste século as professoras eram chamadas de professorinhas e normalistas. Esta denominação era dirigida às normalistas recém formadas , que segundo as novas teorias deveriam ser menos severas e mais sorridentes. A música popular “normalista” de Nelson Gonçalves retratava essa professorinha como o posto mais alto que uma mulher podia chegar o que as tornava distintas levando a ser, para muitas, um curso de espera marido.
Com a ditadura militar no Brasil, o trabalho docente passou a ser mais controlado e burocrático. A nova orientação para o campo educativo deu maior ênfase ao profissionalismo para a atividade docente e menos ênfase para o afeto, a espontaneidade e para as relações informais. Como haviam resistências de muitas professoras e este modelo, algumas subvertiam as regras dos órgãos administrativos e educacionais e começaram a denominar-se tias ao invés de professoras para manter um caráter afetivo e favorecer o anonimato das professoras. Porém passou a ter nas escolas especialistas e estas tias passaram a ser vistas como alguém que não precisava de preparo nenhum para ser tia.

Com a proletarização docente, as professoras passaram a ter condições de trabalho e salários (que tradicionalmente já eram baixos) semelhantes a trabalhadores fabris. Assim como estes trabalhadores, as professoras passaram a lutar como eles por melhorias através da criação de sindicatos e manifestações públicas de impacto social. Estes, então, passam a ser denominados trabalhadores e trabalhadoras da educação. É outra ética e outra estética de ser professora.
Para entender como as professoras são e se vêem hoje, é importante entender culturalmente e historicamente como e por quem estas foram sendo construídas, levando em conta elementos como gênero, raça, etnia e classe social.

Bjãooo a todos os blogueiros e simpatizantes!!!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

AS EMOÇÕES FORAM BEM TURBULENTAS !!

imagem pega da internet

Oi pessoal,
estive ausênte do blog quero dizer....quero dizer d postar textos, mas sempre venho aqui vistar meus amigos blogueiros e dar aquela espiadinha básica ver o q está rolando nos vários e variados blogs q sigo e os q curtooo.
Ontem dia 14/06/2011(registro p/ não esquecer a data) hehehehe...foi a avaliação no Mestrado em Educação, como vcs já sabem sou aluna especial...esta avaliação foi feita da seguinte maneira a prof. ´sugeriu alguns textos relacionados com a disciplina de TEORIA SOCIAL, EDUCAÇÃO E RELAÇOES DE GÊNERO e cada um ou dois(dependendo da extensão do texto) pegou o mesmo assunto, mas cada um com sua parte...montava, pesquisava vicava livre para criar da sua maneira....PERFEITO!!
Fiz minha parte, pesquisa, resumo, slides...tudo pronto!!


Bom como este blog eh um blog BIP(bipolar) vou compartilhar com vcs a turbulÊncia d emoções q foi meu dia(ontem)...
Começou assim acordo ás 07:32 banho, café e finalmente meu "mate" que adorooo e fui para frente do pc repassar o texto e slides e tive q chegar no face e no orkut não resisti(rsrsrsrs)....
Tudo tranquilo, aiii.....começei achar q podia tirar algumas coisas dos slides e acrescentar outras e no texto também pq começei a pesquisar na internet mais coisas(aquela hora rsrsrsrsr) e começei a pensar q podia muda-lo...sentia vontade de mudar ele a ordem tudo(rsrsrsrs)...as horas foram passando fiz as modificações nos slides...mas esqueci d muda-los d lugar...quando vi 09:50 meu ônibus!! só dava tempo d desligar o pc e fuiiii....



No ônibus como d costume fui para o fundão pq tenho a mania d ficar perto do banheiro(eu sei q as vezes eles cheiram mal rsrsrsrs) mas como não consigo ficar todo esse tempo sentada perto do banheiro posso levantar ir no banheiro abrir a janela pegar ar, assoar o nariz,(necessidades básicas, rsrsrs) enfim qualquer coisa q faça eu sair do lugar, hehehehe
Mas para meu espanto desta vez não precisei usar dessas artimanhas para levantar...pois logo q sentei começei a sentir muito calorr...então começei a tirar casaco, manta, abri o ar d cima da kbeça e nada...conclusão voi ter q ir ao banheiro pegar ar...levante fui e abri a janelinha do banheiro e coloquei o q deu do meu rosto pra forra do ônibus UMA MARAVILHA!!



Néh!! que quando tiro o rosto dali pra sair do banheiro começo a ter tontura e salivação aiiii.... não sai mais da frente do vaso agora vomitanto(rsrsrsrsrs)...quando achava q tinha passado iniciava d novo....até q consegui ir para o meu lugar, mas não conseguia relaxar...sentia calor e ao mesmo tempo  sentia o meu corpo como uma pedra d gelo e  estava com tontura e muitaaa Ânsia d vômito tudo junto.... minha kbeça explodindooo...
Tudo isso en função da apresentação eu tava uma pilha, ia eu apresentar(falar, ler) para colegas mestrandos, doutorandos eu não tava sozinha(era em dupla e a prof gente finissima, mas mesmo AS EMOÇÕES FORAM BEM TURBULENTAS, rsrsrsrs)



Não preciso falar q tive q apelar e perto d Pel enviar guela abaixo um relaxante muscular( que carrego na bolsa para não ser peça d surpresa por MIM MESMA...pois eh...um BIP não faz mal a ninguém(a maioria rsrsrs) o único mal q faz eh a si mesmoo)
Vcs devem estar curiosos pra saber como foi...foi 'NORMAL" rsrsrs gaguechei, sentia a voz em varias vibraçãoes(rsrsrsrs) ficou 1 slide forra d ordem(hehehehe) e não olhei pro rosto d ninguém heheheheh


Se fui aprovada ou reprovada !! não sei mesmoooo!! só o tempo dira ou a professora, hehehehehe
Pois eh amigos, blogueiros, simpatizantes e BIPs(bipolares) não eh fácil!! mas o que eh fácil nesta vida!? Alguns tem mais facilidades na oratoria outros na escrita outros em nenhum dos 2 se dão bem possuem facilidades em outras areas...Cada ser humano tem suas dificuldades e se queremos muito algo q não dominamos AINDA vai ser somente com a pratica fazendo varias e varias vezes até se transformar em algo "NORMAL"(rsrsrsr) com certeza a próxima vez não vou sentir a metade do q senti desta vez(assim espero MEU PAI!! rsrsrsr)


obs: na próxima postagem vou colocar o assunto da avaliação.


Bjãooo a todos os blogueiros, simpatizantes e BIPs espalhados por este mundo afora.
MEU PAI OBRIGADO POR TUDO!!

sábado, 21 de maio de 2011

Catherine Zeta-Jones sofre de distúrbio bipolar. Publicado: quarta 11 maio 2011.

Oi pessoall...

Aqui posto varias entrevistas sobre Catherine Zeta- Jones linda, encantadora, brilhante atriz do cinema americano que compartilha com seus admiradores e NOIZ seus problemas tão bem conhecidos por NOIZ transtortados e CLAROOO pelas pessoas q convivÊm proóximas seja parentes, amigos ou profissionais da saúde q nos tratam ou aturam, uhauahuahua

Creio q quando um transtornado abre-se para  o mundo falando d seu transtorno ajuda com certeza quero dizer contribui para q o PRECONCEITO q ainda existe sobre NOIZ TRANSRORNADOOO em relação a nossa capacidade d sermos pessoas humanas d corpo e alma como qualquer outra e q somos capazes d sermos PRODUTIVOS  na sociedade diminua...Porque genteee como existe pessoas ainda COM  PRECONCEITO e falaaa sério ninguém ta livre d ter ou a desenvolver algum tipo d transtorno pq VÁRIOS TRANSTORNOS  não POSSUEM idade para desenvolverem- se em qualquer ser humano...Quem não tem um LOUCO na familia ou VARIOS LOUCOS....QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA!!....ahahahahaque 

Estamos todos  no mesmo barco,  buscando a mesma cura....a fecicidade a paz interior o amor e o famoso equilibrio q precisamos para sobreviover a ÚNICA DIFERENÇA E Q ALGUNS BUSCAM  ISSO (felicidade/paz/amor/equilibrio) para SOBREVIVER NO MUNDO outros quero dizer NOIZ TRANSTORNADOSSS a buscamos para SOBREVIVERMOS D NOIZ MESMOSSS... 

Pesquisei em varios sites sobre o depoimento desta atriz q recentemente foi entrevistada pela revista veja.


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imagem pega da internet
                                                             
Catherine Zeta-Jones Internada com Distúrbio Bipolar-Tudo sobre Atriz
 
A notícia da doença do ator Michael Douglas caiu como uma bomba para muitos fãs e principalmente para a família do astro. A luta de Michael contra o câncer teve total apoio de sua esposa Catherine Zeta-Jones.

A atriz que ficou transtornada com a notícia se esforçou ao máximo para ajudar o marido que após muito esforço conseguiu vencer o câncer.
Segundo a representante da atriz em informações dadas à revista “People”, Catherine procurou tratamento para tratar um distúrbio bipolar que se agravou após este ano estressante.
              
 Aos 41 anos Zeta-Jones tem planos para iniciar esta semana a gravação de dois filmes e acredita que a internação ajudará. Realmente a situação não foi fácil, esperamos que a atriz consiga dar a volta por cima!!!



imagem pega da internet



Fonte e foto: US Magazine

Vocês lembram que a atriz Catherine Zeta-Jones teve um surto com paparazzis há alguns meses atrás? Na época não ficou bem claro o que tinha acontecido, mas a atitude da bela foi justificada agora pelo maridão Michael Douglas: Catherine está sofrendo de distúrbio bipolar, e tem momentos de extrema melancolia.

Em entrevista a uma revista americana, Douglas contou que ela foi diagnosticada no último mês, mas já está se tratando e tendo grandes progressos. “Ela está indo muito bem e está fazendo grandes progressos. No momento ela está filmando em Louisiana”, revelou.

Michael também disse que a doença veio à tona logo após o tratamento dele contra um câncer de garganta, e que outros episódios na família contribuíram para o desequilíbrio de Catherine. “Meu filho está preso, minha ex-mulher me processando, tudo isso é difícil para uma mulher”, afirmou.

Ele também aproveitou a entrevista para agradecer o apoio dos amigos.
Força aí para os dois!
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Entenda o distúrbio bipolar, que afeta a atriz Catherine Zeta-Jones

A bipolaridade, também conhecida como psicose maníaco-depressiva, causa severas mudanças de humor

Aos 41 anos, a atriz Catherine Zeta-Jones iniciou um tratamento para distúrbio bipolar nesta semana. Após lidar com o estresse da batalha do marido, o também ator Michael Douglas, contra o câncer na garganta, a atriz resolveu cuidar da própria saúde.

Não foi informado quando Catherine teve a doença diagnosticada. Nas variações de humor, o distúrbio de bipolaridade pode deixar a pessoa depressiva e com uma sensação de desespero; sentindo uma alegria aguda, e manifestar excesso de actividade e perda de inibição; ou num estado misto, que reúne depressão com a inquietação e atividade excessiva em momentos de euforia.

As causas exatas são desconhecidas, mas já foi descoberto que há uma influência genética, que a doença pode estar relacionada a problemas fisiológicos no sistema do cérebro responsável por controlar o humor, e que o estresse pode desencadear essas variações. Pacientes que sofrem do distúrbio têm mais de um episódio de depressão severa, mas apenas momentos leves de euforia.

Mark Davies, da organização de ajuda a pacientes de doenças mentais Rethink, disse que a atriz mostrou coragem em revelar o distúrbio, já que ainda há um estigma de quem sofre com a doença:

— Apesar de ela poder se sentir frágil e vulnerável nessa situação, ela terá dado conforto a muitas pessoas que provavelmente estão sofrendo em silêncio e sentindo uma grande dose de medo.

Davies afirmou que a atriz deve ser submetida à administração de medicamentos e terapia de fala, cada vez mais reconhecida como eficaz em casos de doença mental grave. Estima-se que cerca de 1% da população mundial sofre de distúrbio bipolar.

Bom pessoal fico por aqui bjãoooo a todos ops blogueiros, simpatizantes e transtornados q vivem espalhjados pelo mundo aforaaaa!!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Uma fase se lá, o que !?

imagem pega da internet

Oi pessoal,

...eu sei to sumida, bem ausênte deste mundo virtual(blog)...Sabe! to sempre conectada nas outras redes socias, mas não tava com vontade d escrever nem "copiar e colar"(rsrsrsrs) os textos e mensagens q leio seguidamente...Uma fase se lá, o que!?
Porque ta tudo bem na minha vida, mas não to vendo graça em nada...Não sei porque!? ...e o pior eh q pensando, refletindo concretamente não faz sentido eu estar assim....Sei lá ta me faltando alguma coisa q eu não descobri o q eh ainda...o que pode ser!???

Eu to bem, tudo indo bem será isto(rsrsrsrs)...falta agitooo(rsrsrsrs) será !??
Será q to sentindo falta d ter alguém será!?? (búaaaa)...Bah!! tomara q não, só o q me falta...Adorooo ser livre, leve e soltaaa...ahahahaha

Mas tudo pode mudarrr ou não !!! Somos seres mutantes(hehehe) ou não!? Pior q não to olhando, pensando e não tenho nada em vista(ahahahaha) será q estou "pressentindo" algo, alguém(rsrsrsrs)...Será meu sexto, sétimo, oitavo sentido me dizendo alguma coisa "Fica Alerta" hehehehehe....VocÊ está em fase d mudança, transformação, será!? uahuahuahuahua

Pois eh não sei, que fase eh essa. Bom enquanto fico aqui com minhas indagações...Deixo aqui no blog uma mensagem linda q peguei na internet e q pergunta  o seguinte a Helen Keller (cega e surda desde bebê)

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O que você olharia se tivesse apenas três dias de visão?
Helen Keller, cega e surda desde bebê, dá a sua resposta neste belo ensaio, publicado no Reader’s Digest (Seleções)

Várias vezes pensei que seria uma benção se todo ser humano, de repente, ficasse cego e surdo por alguns dias no princípio da vida adulta. As trevas o fariam apreciar mais a visão e o silêncio lhe ensinaria as alegrias do som.
De vez em quando testo meus amigos que enxergam para descobrir o que eles vêem. Há pouco tempo perguntei a uma amiga que voltava de um longo passeio pelo bosque o que ela observara. “Nada de especial”, foi à resposta.

Como é possível, pensei, caminhar durante uma hora pelos bosques e não ver nada digno de nota? Eu, que não posso ver, apenas pelo tato encontro centenas de objetos que me interessam. Sinto a delicada simetria de uma folha. Passo as mãos pela casca lisa de uma bétula ou pelo tronco áspero de um pinheiro.
Na primavera, toco os galhos das árvores na esperança de encontrar um botão, o primeiro sinal da natureza despertando após o sono do inverno. Por vezes, quando tenho muita sorte, pouso suavemente a mão numa arvorezinha e sinto o palpitar feliz de um pássaro cantando.

Às vezes meu coração anseia por ver tudo isso. Se consigo ter tanto prazer com um simples toque, quanta beleza poderia ser revelada pela visão! E imaginei o que mais gostaria de ver se pudesse enxergar, digamos por apenas três dias.
Eu dividiria esse período em três partes.

No primeiro dia gostaria de ver as pessoas cuja bondade e companhias fizeram minha vida valer a pena. Não sei o que é olhar dentro do coração de um amigo pelas “janelas da alma”, os olhos. Só consigo “ver” as linhas de um rosto por meio das pontas dos dedos. Posso perceber o riso, a tristeza e muitas outras emoções. Conheço meus amigos pelo que toco em seus rostos.

Como deve ser mais fácil e muito mais satisfatório para você, que pode ver, perceber num instante as qualidades essenciais de outra pessoa ao observar as sutilezas de sua expressão, o tremor de um músculo, a agitação das mãos. Mas será que já lhe ocorreu usar a visão para perscrutar a natureza íntima de um amigo? Será que a maioria de vocês que enxergam não se limita a ver por alto as feições externas de uma fisionomia e se dar por satisfeita?

Por exemplo, você seria capaz de descrever com precisão o rosto de cinco bons amigos? Como experiência, perguntei a alguns maridos qual a exata cor dos olhos de suas mulheres e muitos deles confessaram, encabulados, que não sabiam.
Ah, tudo que eu veria se tivesse o dom da visão por apenas três dias!




O primeiro dia seria muito ocupado. Eu reuniria todos os meus amigos queridos e olharia seus rostos por muito tempo, imprimindo em minha mente as provas exteriores da beleza que existe dentro deles. Também fixaria os olhos no rosto de um bebê, para poder ter a visão da beleza ansiosa e inocente que precede a consciência individual dos conflitos que a vida apresenta.

Gostaria de ver os livros que já foram lidos para mim e que me revelaram os meandros mais profundos da vida humana. E gostaria de olhar nos olhos fiéis e confiantes de meus cães, o pequeno scottie terrier e o vigoroso dinamarquês.
À tarde daria um longo passeio pela floresta, intoxicando meus olhos com belezas da natureza. E rezaria pela glória de um pôr-do-sol colorido. Creio que nessa noite não conseguiria dormir.
No dia seguinte eu me levantaria ao amanhecer para assistir ao empolgante milagre da noite se transformando em dia. Contemplaria assombrado o magnífico panorama de luz com que o Sol desperta a Terra adormecida.


Esse dia eu dedicaria a uma breve visão do mundo, passado e presente. Como gostaria de ver o desfile do progresso do homem, visitaria os museus. Ali meus olhos veriam a história condensada da Terra – os animais e as raças dos homens em seu ambiente natural; gigantescas carcaças de dinossauros e mastodontes que vagavam pelo planeta antes da chegada do homem, que, com sua baixa estatura e seu cérebro poderoso, dominaria o reino animal.

Minha parada seguinte seria o Museu de Artes. Conheço bem, pelas minhas mãos, os deuses e as deusas esculpidos da antiga terra do Nilo. Já senti pelo tato as cópias dos frisos do Paternon e a beleza rítmica do ataque dos guerreiros atenienses. As feições nodosas e barbadas de Homero me são caras, pois também ele conheceu a cegueira.


Assim, nesse meu segundo dia, tentaria sondar a alma do homem por meio de sua arte. Veria então o que conheci pelo tato. Mais maravilhoso ainda, todo o magnífico mundo da pintura me seria apresentado. Mas eu poderia ter apenas uma impressão superficial. Dizem os pintores que, para se apreciar a arte, real e profundamente, é preciso educar o olhar. É preciso, pela experiência, avaliar o mérito das linhas, da composição, da forma e da cor. Se eu tivesse a visão, ficaria muito feliz por me entregar a um estudo tão fascinante.


À noite de meu segundo dia seria passada no teatro ou no cinema. Como gostaria de ver a figura fascinante de Hamlet ou o tempestuoso Falstaff no colorido cenário elisabetano! Não posso desfrutar da beleza do movimento rítmico senão numa esfera restrita ao toque de minhas mãos. Só posso imaginar vagamente a graça de uma bailarina, como Pavlova, embora conheça algo do prazer do ritmo, pois muitas vezes sinto o compasso da música vibrando através do piso.
Imagino que o movimento cadenciado seja um dos espetáculos mais agradáveis do mundo. Entendi algo sobre isso, deslizando os dedos pelas linhas de um mármore esculpido; se essa graça estática pode ser tão encantadora, deve ser mesmo muito mais forte a emoção de ver a graça em movimento.


Na manhã seguinte, ávida por conhecer novos deleites, novas revelações de beleza, mais uma vez receberia a aurora. Hoje, o terceiro dia, passarei no mundo do trabalho, nos ambientes dos homens que tratam do negócio da vida. A cidade é o meu destino.
Primeiro, paro numa esquina movimentada, apenas olhando para as pessoas, tentando, por sua aparência, entender algo sobre seu dia-a-dia. Vejo sorrisos e fico feliz. Vejo uma séria determinação e me orgulho. Vejo o sofrimento e me compadeço.


Caminhando pela 5ª Avenida, em Nova York, deixo meu olhar vagar, sem se fixar em nenhum objeto em especial, vendo apenas um caleidoscópio fervilhando de cores. Tenho certeza de que o colorido dos vestidos das mulheres movendo-se na multidão deve ser uma cena espetacular, da qual eu nunca me cansaria. Mas talvez, se pudesse enxergar, eu seria como a maioria das mulheres – interessadas demais na moda para dar atenção ao esplendor das cores em meio à massa.

Da 5ª Avenida dou um giro pela cidade – vou aos bairros pobres, às fábricas, aos parques onde as crianças brincam. Viajo pelo mundo visitando os bairros estrangeiros. E meus olhos estão sempre bem abertos tanto para as cenas de felicidade quanto para as de tristeza, de modo que eu possa descobrir como as pessoas vivem e trabalham, e compreendê-las melhor.


Meu terceiro dia de visão está chegando ao fim. Talvez haja muitas atividades a que devesse dedicar as poucas horas restantes, mas acho que na noite desse último dia vou voltar depressa a um teatro e ver uma peça cômica, para poder apreciar as implicações da comédia no espírito humano.
À meia-noite, uma escuridão permanente outra vez se cerraria sobre mim. Claro, nesses três curtos dias eu não teria visto tudo que queria ver. Só quando as trevas descessem de novo é que me daria conta do quanto eu deixei de apreciar.
Talvez este resumo não se adapte ao programa que você faria se soubesse que estava prestes a perder a visão. Mas sei que, se encarasse esse destino, usaria seus olhos como nunca usara antes. Tudo quanto visse lhe pareceria novo. Seus olhos tocariam e abraçariam cada objeto que surgisse em seu campo visual.



Então, finalmente, você veria de verdade, e um novo mundo de beleza se abriria para você.
Eu, que sou cega, posso dar uma sugestão àqueles que vêem: usem seus olhos como se amanhã fossem perder a visão. E o mesmo se aplica aos outros sentidos.

Ouça a música das vozes, o canto dos pássaros, os possantes acordes de uma orquestra, como se amanhã fossem ficar surdos. Toquem cada objeto como se amanhã perdessem o tato. Sintam o perfume das flores, saboreiem cada bocado, como se amanhã não mais sentissem aromas nem gostos. Usem ao máximo todos os sentidos; goze de todas as facetas do prazer e da beleza que o mundo lhes revela pelos vários meios de contato fornecidos pela natureza. Mas, de todos os sentidos, estou certa de que a visão deve ser o mais delicioso

Bom dia a todos!! to indooo beijãooo a todos os blogueiros e simpatizantes!! Tava com saudades d vcs!!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A LIÇÃO DO MENDIGO- de gentileza gera gentileza


imagem pega da internet
Oi pessoal q rica chuvinha, o coelho da páscoa nos traz(hehehehe)...bom navegando por ai encontrei este lindo texto no link gentileza gera gentileza...que fala sobre a importÂncia d mudarmos o pensamento, palavras e até sentimentos(se for possível) assim começamos atrair coisas boas....eu sei q eh extremamente dificil manter-se assim 100% positivo ao londo do dia(24hs, hahahaha) mas se conseguirmos pelo menos a metade já eh umj bom início....Dividir assim 4hs pela manhã, outras4 hs pela tarde e as últimas 4hs positivas a noite perto d dormir...acho q ficou legal assim, uhuahauhaua

Quem conseguir mais melhor, o negocio eh tentar e prencipalmente acreditar, sim ACREDITAR !!
Não precisa ser "louco" pra praticar nem "mendigo" nem "criança" nem "idoso"...todos nos podemos!!

Que possamos terminar nosso dia com estas 4 hs bem positivas, edificantes cheia d entusiasmo, alegria e amor pra todos noiz...E um viva pra nossa IMAGINAÇÃO!! uhauahuaha


A LIÇÃO DO MENDIGO

Um mendigo sentava-se na calçada,
sempre num lugar por onde passavam muitas pessoas e ao lado colocava uma placa com os dizeres:

"Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito
...
importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado".

Alguns passantes olhavam intrigados, outros o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro.

Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior.
Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse:

- Você é muito criativo!
Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?

- Vamos lá. Só tenho a ganhar! - respondeu o mendigo.

Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa.
Daí para frente sua vida foi uma seqüência de sucessos e a certo tempo ele tornou-se um dos sócios majoritários.
Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu como conseguira sair da mendicância para tão alta posição.

Contou ele:
- Bem, houve uma época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma
placa ao lado, que dizia:

"Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar!
Sou um homem fracassado e maltratado pela vida!
Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados!
Mal consigo sobreviver!"

As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que dizia:

"Tudo que você fala a seu respeito vai se reforçando.
Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem.
Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito.
Por mais pobre que seja você, diga a si mesmo e aos outros que você é próspero."

Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a perder, decidi trocar os dizeres da placa para:

"Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito
importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado."

E a partir desse dia tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje.
Tive apenas que entender o Poder das Palavras.
O Universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a
nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade.
Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará.
Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças.

Uma repórter, ironicamente, questionou:
- O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples
placa modificaram a sua vida?

Respondeu o homem, cheio de bom humor:
- Claro que não, minha ingênua amiga!
Primeiro eu tive que acreditar nelas!

Autor:Desconhecido

Bjãoo meus queridos blogueiros e simpatizantes!!

domingo, 17 de abril de 2011

A MORTE NÃO É NADA. SANTO AGOSTINHO.

imagem pega da internet


A Morte não é Nada
A morte não é nada.
Eu somente passei para
o outro lado do Caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
Eu continuarei sendo.
Me dêem o nome que vocês sempre me deram,
Falem comigo como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas,
Eu estou vivendo no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene ou triste,
Continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
Sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra ou tristeza.
A vida significa tudo o que ela sempre significou,
O fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora de seus pensamentos,
Agora que estou apenas fora de suas vistas?
Eu não estou longe,
Apenas estou do outro lado do Caminho...
Você que aí ficou, siga em frente,
A vida continua, linda e bela como sempre foi.


"Santo Agostinho"